terça-feira, junho 26, 2007

A UE, as mamas e a Polónia

Publicado no site Jornal de Negócios Online - Portugal
Mário Negreiros

Boas razões não faltaram, nos últimos dias, para pôr em dúvida a real compreensão, por parte da Polónia – ou de quem, legitimamente, foi eleito para a governar – sobre o que é, afinal, essa tal União Europeia que passou recentemente a integrar.

As evidentemente mal intencionadas provocações à Alemanha foram talvez o mais grave ou o mais feio ou o mais sério ou simplesmente o mais estúpido sinal disso, mas há outro, talvez (não sei) menos grave, mas ainda mais evidente sinal da distância entre o que é e pretende ser a Polónia e o que é e pretende ser a Europa comunitária.

Uma das conquistas negociais polacas na cimeira da semana passada foi a garantia de que a Carta europeia dos Direitos Fundamentais não será referência nem entrave, na Polónia, no que se refere à moralidade pública e às leis sobre a família.

O que há e continuará a haver é a legislação polaca, que, entre outras coisas, reprime agora abertamente o "top-less" depois de a administração dos gémeos Kaczynski ter decidido ressuscitar as multas – um resquício que vinha da era comunista – a quem mostre as próprias mamas: 100 zlotys, uns 25 euros, é o que arriscam pagar as mulheres que o façam fora das praias expressamente consignadas aos nudistas.

Pergunto se o "top-less" – ou, pelo menos, a imputabilidade de quem o faça – não será parte integrante daquilo a que se chama "herança cultural europeia", "valores comuns europeus", ou qualquer outro jargão que se queira usar para falar do respeito que fomos, ao longo do tempo, aprendendo a ter por uma série de liberdades e, especificamente, pela liberdade comportamental.

O único sentido que pode haver na proibição do que quer que seja é o de evitar que algo que se considere de alguma maneira ameaçador seja feito. E algo de muito grave se passará numa sociedade que, pretendendo ser contemporânea, democrática e europeia, se sinta ameaçada por maminhas ao léu. Ou não é contemporânea ou não é democrática ou não é europeia (ou não é a combinação de duas ou não é mesmo nenhuma dessas coisas).

E se a sociedade polaca não se sente ameaçada por maminhas ao léu, algo de muito grave se passará na relação entre ela e as instituições que formalmente a representam e que, elas sim, julgam ver alguma ameaça em cada par de maminhas que, em solo polaco, se ponha ao léu.

Para quem gosta do pitoresco, a Polónia tem-se revelado um prato cheio. A mim, pessoalmente, o cheiro a pitoresco basta para me deixar mal disposto. Fujo de museus do folclore precisamente para não me cruzar com o pitoresco, essa extravagância pretensamente popular que faz corar de vergonha qualquer povo que se preze. Aqui vai a minha (inútil, embora sentida) solidariedade a todos os polacos que, tendo escapado do vermelho-comunista, vêem-se agora tomados pelo vermelho-vergonha.

PS: O vermelho-raiva é meu, a cada vez que, a pé, me vejo empurrado para o meio da rua por um carro que faz do passeio (passeio!) público (público!) estacionamento (estacionamento!) privado (privado!). Os que pretensamente me representam não vêem neles uma ameaça, e não multam, não rebocam, não fazem nada (a não ser que os carros estejam numa das suas vagas pagas e não tenham deixado a moedinha – aí sim, multa, bloqueio e reboque neles!)

Mulheres exibem seios em defesa do leite materno

Retirado do site Terra
Terça, 19 de junho de 2007, 22h48

O debate sobre se mães devem ou não amamentar chegou à Justiça nesta terça-feira, em Manila, capital das Filipinas. A sessão foi marcada por protestos no lado de fora do tribunal. Mulheres que defendem a amamentação mostraram os seios e pintaram o corpo com frases de defesa ao leite materno.

O Departamento de Saúde do país decidiu, no último ano, estabelecer regras para coibir a publicidade de leites em pó, mas a Associação Farmacêutica das Filipinas resolveu processá-lo, alegando que apenas o Congresso tem o poder de impor regras à publicidade.

Os funcionários da area de saúde reclamam que propagandas agressivas têm feito muitas mulheres acreditarem que o leite em pó é melhor do que o materno. Nos últimos anos, as taxas de amamentação têm caído em toda a Ásia - só 35% das mães dão apenas leite materno nos primeiros 6 meses de vida de seus filhos.

Com as restrições, o objetivo do Departamento de Saúde era fazer com que as indústrias não pudessem fazer propagandas voltadas para pais de crianças com menos de 2 anos. Inicialmente, a Suprema Corte decidiu a favor do governo. Mas, após a associação recorrer da decisão, a Justiça determinou que as proibições deveriam ser suspensas temporariamente até que haja uma decisão final sobre a questão.

Nana Gouvêa faz topless na praia com o amigo Amin Kader

Postado no site OFuxico
19/06 - 13:07

A modelo Nana Gouvêa foi flagrada pelo paparazzi de OFuxico fazendo topless tranqüilamente em uma praia carioca, na segunda-feira (18).

Ao lado do promoter Amin Kader, a modelo e atriz exibia, para quem quissesse ver, um corpo extremamente torneado e não parecia estar constrangida com a situação.

Hoje pela manhã, Nana conversou com a nossa reportagem e confidenciou que, quando quer fazer topless, sempre freqüenta a praia da Reserva, na Zona Oeste do Rio.


"Sempre que tenho vontade de fazer topless, vou pra lá. Aquela praia é tranqüila e muito frequentada por travestis, gays e lésbicas, que não vêem novidade nisso!", explica ela.

Mulher presa por topless é indenizada em US$ 29 mil

Postado no site Correio Forense
20.06.2007 [21:00]

Uma mulher presa dois anos atrás por passear sem a parte de cima da roupa aceitou o acordo indenizatório de US$ 29 mil por parte da Prefeitura de Nova York, nos Estados Unidos. Ela havia aberto um processo contra as autoridades alegando maus-tratos de policiais no dia da detenção.

A americana Jill Coccaro, 27 anos, foi presa apesar de uma decisão judicial de 1992 concluir que homens e mulheres têm o mesmo direito de ficar sem a parte superior da roupa. Coccaro, que agora atende pelo nome de Phoenix Feeley, ficou por 12 horas em custódia antes de os promotores afirmarem que não prestariam queixas contra ela.

Feeley contou ao jornal New York Post que não foi bem tratada após sua detenção, em agosto de 2005. Ela afirmou que um policial a arrancou de uma viatura pelos cabelos e que em seguida foi encaminhada a um hospital para passar por uma avaliação psiquiátrica.

sexta-feira, janeiro 05, 2007

Manifesto do Top Livre

por Judy Williams

1 | Entender as leis locais, municipais e federais.

2 | Abrir sua mente para liberdade pessoal.

3 | Preparar-se para lutar pelos seus direitos civil.

4 | Focar em quem você é por dentro!

5 | Reconhecer você mesma.

6 | Ensinar aos outros que é um direito seu estar de topless onde for apropriado também para um homem.

7 | Apreciar seu corpo como o templo da sua alma.

8 | Escolher se você quer ou não expor seus seios.

9 | Ignorar aqueles que criticam seus seios.

10 | Aumentar sua auto-aceitação!


Topless - Um direito feminino!

Por que o topless é permitido em certas ocasiões e expressamente proibido em outras? O que acontece aqui no Brasil?

O topless é permitido e aceito em todo o resto do mundo, menos aqui, para a tristeza das mulheres brasileiras.

Pensem comigo, há alguma lógica nisso?

Mostrar os seios no carnaval: permitido
Mostrar os seios ao amamentar: permitido
Mostrar os seios no médico: permitido
Mostrar os seios em capa de revista: permitido
Mostrar os seios em novelas e filmes sem restrição de idade: permitido
Mostrar os seios em propagandas: permitido
Mostrar os seios de nativas em documentários: permitido
Mostrar os seios em campanhas contra o câncer de mama: permitido
Mostrar os seios em qualquer outra situação, principalmente em praias: proibido! Que pouca vergonha é essa?! Que indecência!! Isso é coisa de piranha!! Chamem a polícia!! Têm crianças aqui!!

É comum ouvir que o topless agride um ambiente familiar. Ora, amamentar em ambiente familiar é uma prática comum. As crianças, na verdade, são as mais acostumadas à visão de um seio, afinal é de lá quem vem seu principal alimento nos primeiros anos de vida.

Vejam reportagem de uma das últimas polêmicas criada nas praias brasileiras.

----------
PRAIA DO FUTURO
Topless causa divergências

A realização de topless está gerando polêmica entre os freqüentadores da Praia do Futuro. Algumas barracas chegaram a proibir a prática, contando inclusive com o apoio da Polícia Militar


É só uma banhista - geralmente alguma turista européia - retirar a parte de cima do biquini para que a polêmica tome conta da Praia do Futuro. Tudo porque a prática do topless, muito comum em outros países, ainda é um costume raro no Brasil, principalmente em Fortaleza. Uma atitude que chama a atenção, divide opiniões, e que recentemente passou a ser proibida pela Polícia Militar e por algumas barracas da praia.

Um dos locais onde a prática está proibida é na Barraca Coco Beach. Segundo o gerente do local, Osmar Bezerra, a determinação surgiu por causa do ambiente familiar da barraca e após as reclamações de alguns clientes incomodados com o topless das turistas estrangeiras. A proibição também ocorre pelos mesmos motivos na barraca do Hotel Vila Galé, freqüentada principalmente pelos hóspedes do hotel. Porém, para o supervisor do local, Luciano Viera, as adeptas da prática não demonstram ter a intenção de constranger os brasileiros. "Elas pensam que o Brasil é o país da nudez e fazem isso até inocentemente", declara.

Para quem pretende tomar "banho de sol" sem a parte de cima do biquini uma das poucas opções na Praia do Futuro é a Barraca Atlantidz. O gerente do local, Wilson Júnior, afirma não ver motivos para a proibição do ato já que normalmente as turistas que fazem topless ficam próximas ao mar enquanto as famílias ficam nas barracas. Mesmo com a medida, ele diz que raramente alguém se arrisca a fazer topless na barraca. "As pessoas que fazem chamam a atenção dos ambulantes, que ficam sempre rondando a área. Ai elas acabam desistindo", conta.

Porém, mesmo nos casos em que a prática é permitida, a liberação será inválida caso a pessoa seja flagrada por um policial militar. Segundo informações da PM, a determinação é para que as praticantes do topless sejam orientadas a colocarem o restante do biquini, sob o argumento de que a prática causa constrangimento à população. Caso haja resistência à orientação, a pessoa poderá ser presa por desacato à autoridade.

Segundo o presidente da comissão de direito humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Klaus Borges, se o topless fosse enquadrado em algum crime seria como ato obsceno. Porém, ele ressalta que a interpretação do caso é subjetiva e deveria levar em consideração a cultura do local e a intenção do ato. "Para se configurar um crime é necessário o caráter de cunho sexual. Resta saber se a pessoa está fazendo aquilo com intuito sexual ou se isso estaria na mente das outras pessoas", explica. Klaus informa que a pena para esse tipo de crime varia de três meses a um ano, podendo ser revertida em multa.

Entre os banhistas de férias em Fortaleza as opiniões são divididas. Para a turista de São Paulo, Rose Mary Lopes, de 40 anos, o topless deveria ser liberado, desde que não incomode as outras pessoas. "Não tenho nenhum preconceito", ressalta. Já o finlandês Matti Nissinen, diz que apesar de o topless ser uma prática comum no seu país, o costume do local visitado deve ser respeitado.

Quem tem opinião um pouco diferente é a dentista paranaense Patrícia Closs. Para ela, o bom senso e o local devem ser levados em conta para se praticar o topless. "A Praia do Futuro é um local mais família. Se fosse mais isolado não teria problema", opina.

Matéria publicada no site do jornal O Povo, do Ceará.

terça-feira, dezembro 27, 2005

O CARIOCA E O MAR, NEM SEMPRE UM CASO DE AMOR

A história da evolução dos costumes mostra que ir à praia já foi um programa que podia terminar na delegacia

O banho de mar em 1917 era terapia aconselhada por médicos e restrita, por decreto, a alguns horários. Ruídos e vozerios também eram proibidos. Trajes de banho, só com “a necessária decência”, ou seja, o corpo coberto. Os trajes ficaram menos sufocantes nos anos 30, mas a polícia levava para o xadrez os banhistas mais saidinhos. Era a “campanha pró-pudor”. A vocação libertária do carioca renasceu nas ousadias da década de 50 que, mesmo sob a chuva de areia de conservadores, transgrediam com o vistoso “duas peças”. O traje avançou para o biquíni e, nos 80, elas tiraram a parte de cima. O topless não vingou, mas o limite não era mais o decreto ou o código de conduta, e sim a moda.

Passado um século, os cariocas afogaram várias leis, portarias e regras de comportamento para escolher, sem repressão, a conduta adequada ao cenário mágico formado por areia, mar e corpos expostos ao sol.


Banhista fora da lei podia passar cinco dias preso

A primeira vez das praias na lei partiu de um decreto do prefeito Amaro Cavalcanti, em 1917. A medida, que regulamentava o uso das praias do Leme e de Copacabana, instituiu: “O banho de mar só será permitido de 1º de abril a 30 de novembro, das 6h às 9h e das 16h às 18h; de 1º de dezembro a 31 de março das 5h às 8h e das 17h às 19h”. Em outras palavras: durante o dia, a praia era proibida. Quem descumprisse as normas, pagava 20 mil réis ou passava cinco dias na prisão.

Claudia Gaspar, autora do livro “Orla carioca: história e cultura”, diz que a primeira legislação das praias teve provável origem francesa.

— As regras devem ter saído de manuais daquele país, tanto que os postos de salvamento eram chamados de postos de sauvatage. Apesar das restrições, era um avanço em relação ao período anterior, quando algumas pessoas alugavam barcas na Praça XV para tomar banhos privados longe da costa. A praia ainda era mais medicinal que social — lembra Claudia.

Os cronistas saíram em defesa do maiô. A autora de “Orla carioca” encontrou numa edição de 1926 do jornal “Beira Mar” uma ode à liberdade: “Já estamos enfarados dessa civilização moral falsa e postiça creada pelos nossos avós. É francamente irrisório que em pleno século vinte queiram moldar nossa norma de viver nos espelhos arcaicos e bolorentos de 1830”.

Não demorou, a sociedade reagiu: em 12 de janeiro de 1931, O GLOBO estampava na manchete de primeira página: “Foi iniciada pela polícia a campanha pró-pudor, nas praias de banho do Rio”. As fotos mostravam banhistas obrigados a vestir longos roupões e outros sendo levados à delegacia. Era proibido, entre outras coisas, andar pelas ruas de acesso à praia vestido em trajes de banho. Os limites seguiram nos anos seguintes, como conta a professora aposentada de história da UFRJ Miridan Falci, de 69 anos:

— Saía da praia com uma grande toalha enrolada no corpo e, volta e meia, era barrada. Nos ônibus, um aviso dizia: “é proibida a entrada de banhistas”. Mas vi toda a liberação: eu estava na Praia de Ipanema em 1971, no dia que Leila Diniz apareceu grávida de biquíni!

O topless estourou no verão da anistia, em 1980, mas jamais virou moda ampla, geral e irrestrita. Na Justiça, foi proibido e liberado várias vezes — a primeira vez em 1973, quando o Supremo Tribunal Federal negou uma liminar pedida por uma banhista, que queria expor o corpo com o aval dos juízes. Em 2000, a representante comercial Rosimeri Moura da Costa, de 34 anos, foi presa ao fazer topless no Recreio, acusada de ato obsceno. Hoje o carioca tem liberdade para sair da praia até para lugares chiques, mas prefere trajes comportados, mesmo na praia, segundo o casal de artistas plásticos Lúcio Tapajós, de 35 anos, e Renata Nonô, de 32. Ela dá sua versão para a volta no tempo:

— Até para comprar um coco no quiosque, muitas meninas vestem um short ou uma canga. E os biquínis parecem sungas. Mas isso não é uma onda conservadora, e sim o excesso de culto ao corpo. As pessoas ficam histéricas com uma celulite ou uma estria.

É outra ditadura: a do corpo perfeito. Mas, pelo menos no esporte, há quem flutue por cima das novas regras. Marianne Kerr, de 23 anos, surfa todo dia de biquíni no Leblon. Quando o tempo é curto, sai de casa pronta para entrar na água, sem medo de ser mal interpretada.

— Como moro perto, quando estou com pressa, antes da faculdade ou do trabalho, saio de biquíni para a praia. As cariocas não fazem muito isso, mas não tem erro — diz a surfista, que estuda psicologia na PUC.

Marianne não viveria bem na praia do século passado. Teria problema com o biquíni até os anos 50 e, nos 70, teria de deixar a prancha na areia durante boa parte do dia, já que o surfe também sofreu com as leis. Uma resolução de 1976 da Secretaria estadual de Segurança Pública estabeleceu que o esporte só poderia ser praticado depois da 14h em sete praias do estado. No resto da costa, era proibido. O frescobol continua na ilegalidade, mas o esporte com mais restrição na lei atualmente é o kitesurfe, permitido no Rio apenas entre dois quiosques da Praia da Barra.

texto publicado no site O Glogo Online

Topless está liberado no Rio de Janeiro

texto publicado em 19/01/2000

Rio de Janeiro - O topless está liberado nas praias do estado do Rio de Janeiro. Quem quiser tomar sol com os seios à mostra não correrá mais o risco de ser importunado por policiais. A decisão foi tomada ontem à tarde, em uma reunião de cúpula da polícia. "Na quinta-feira será publicada uma resolução interna orientando os policiais a se absterem diante dos casos de topless, mas já estamos orientando os policiais", informou o coordenador de Segurança, Justiça e Cidadania do Estado, Luiz Eduardo Soares.
A repressão ao banho de sol de mulheres sem a parte superior do biquíni provocou divergências no alto comando da polícia no Estado. Enquanto Soares se manifestou contrário à ação policial, o secretário de Segurança Pública, Josias Quintal defendeu a repressão, embora tenha condenado o uso da força. "Fizemos a reunião para ter uma orientação única", disse Soares. Para o coordenador, a prisão de uma banhista que fazia topless no Recreio, na zona oeste, no domingo, foi uma comédia de erros.

Você sabia?

"...Em alguns estados do Brasil a mentalidade já dá claros sinais de mudança, no estado do Rio de Janeiro, por exemplo, existe uma lei que permite o TOPLESS em todas as praias. No nordeste brasileiro (que normalmente é “invadido” por europeus no nosso verão), o Topless e até a troca total de roupas em praias é visto com uma naturalidade maior do que há alguns anos..."

André Herdy

sexta-feira, novembro 25, 2005

Tipos de seios

Esse é um ótimo site! Você pode encontrar nele todos os tipos de seios. Existe também uma matéria sobre o desenvolvimento dos seios na adolescência.

Apenas em inglês.

http://www.007b.com/breast_gallery.php